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Perseverança e Mão na Massa

Por Camilla Krause

“Sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança”.
                                                                                             Bíblia Sagrada – Tiago 1:3

          Diz o ditado popular que quem cedo madruga, Deus ajuda. A frase não deixa de ser verdade, porém para alcançar o sucesso total, é preciso perseverar.
Quem deseja ser bem sucedido? Como resposta a minha própria pergunta, afirmo: - ‘Todos querem ser’.
          Mas sonhar é muito mais do que apenas idealizar. Sonhos só se tornam reais quando colocamos “a mão na massa”, ou seja, quando trabalhamos com garra, honestidade e excelência.
Leitores; irei contar para vocês agora uma belíssima história real de pessoas nascidas em berço simples, porém cheio de sabedoria de vida.
          Em 1987, nas Serras das Russas- PE - BR232, dois irmãos gravataenses desciam e subiam em ônibus rodoviários vendendo lanches. O objetivo daquele trabalho era simples: dá uma vida mais confortável a seus familiares. Todos os dias, Josenildo Severino dos Santos e Ivanildo Severino dos Santos, comercializavam sanduíches, refrigerantes e especialmente coxinhas, nas linhas de ônibus como: Jotude, Caruaruense, Progresso e Princesa do Agreste.
          Como todo início é difícil e sempre conta com uma, duas, ou três mãos amigas, Josenildo e Ivanildo contaram nessa época com a ajuda dos guardas da Polícia Rodoviária Federal, que deram subsídios de como comercializar os lanches. Além dos policiais, “Seu” João também foi um grande amigo dos rapazes, pois ele abriu as portas de sua residência para que os irmãos armazenassem seus materiais de trabalho.
          Vendo e acompanhando o esforço, Dona Lia vizinha de seu João, cedeu uma parte de seu terreno para que nela fosse montada uma barraca de zinco que serviu de apoio na fabricação dos produtos.
          Sim caríssimos leitores, os irmãos fabricavam, e ainda hoje fabricam as coxinhas. Eles literalmente colocaram as “mãos na massa”, assim como seus familiares. “Eu ajudava Tatá (Josenildo) a fazer as coxinhas, até mesmo quando estava grávida do nosso primeiro filho, Deivid”, recordou emocionada Maria José, esposa de Josenildo.
          Permitam-me leitores acrescentar neste momento do texto outro ditado popular essencial para aqueles que almejam o sucesso. A sabedoria do povo diz que assim como um edifício precisa ter uma boa base e colunas fortes para não cair, nós precisamos ter um bom alicerce para sermos bem sucedidos.
          Logo vocês podem concluir que os irmãos gravataenses terem se tornado a rede de lanches, O Rei das Coxinhas, não foi mero acaso do destino. Além de não desistirem do trabalho árduo, eles possuíam o apoio, o amor e a estrutura familiar, ou seja, a base.
Agora você pode me perguntar, e onde está o alicerce? Respondo: - ‘Na qualidade dos produtos que eles vendem’.
          Quem já comeu uma coxinha do Rei das Coxinhas há de concordar e confirmar minhas palavras. É uma das melhores do país!
Voltando a história...
          Passados dois anos, as coxinhas começaram a cair na boca do povo, literalmente falando. O sabor inconfundível do “petisco” fez as pessoas procurarem por ele. Assim, as vendas aumentaram, e consequentemente os irmãos perceberam que seria preciso ter um ponto de apoio, ou seja, uma lanchonete. Para continuar atendendo os passageiros dos ônibus e também os que estavam de carro, Josenildo e Ivanildo, fizeram o primeiro Rei das Coxinhas na Serra das Russas.
          Hoje, com 23 anos de existência, O Rei das Coxinhas tem uma fábrica coxinhas, a primeira do país localizada em Gravatá-PE, e treze lanchonetes. A rede de lanches que começou nos ônibus rodoviários, atualmente faz sucesso em todo o Nordeste.
          É leitores, se querem ser bem sucedidos assim, acho melhor arregaçarem as mangas e começar a colocar as “mãos na massa”.

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